Morning Gallo #0195: mercados globais seguem no terreno positivo após flexibilização na China e dados de inflação nos EUA

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Filipe Teixeira (Instagram: @filipe_st) tarafından hazırlanmış olup, Player FM ve topluluğumuz tarafından keşfedilmiştir. Telif hakkı Player FM'e değil, yayıncıya ait olup; yayın direkt olarak onların sunucularından gelmektedir. Abone Ol'a basarak Player FM'den takip edebilir ya da URL'yi diğer podcast uygulamalarına kopyalarak devam edebilirsiniz.

As ações asiáticas encerraram a sexta-feira em alta, na mesma direção dos futuros em Wall Street, à medida que uma maior flexibilização da China em sua política de combate à Covid, acrescentou combustível ao rali que começou em Wall Street após os dados de inflação nos EUA mostrarem uma evolução mais lenta do que o projetado.

Um indicador de ações de tecnologia listadas em Hong Kong subiu até 10% depois que a China reduziu a quantidade de tempo que viajantes e contatos próximos devem gastar em quarentena. O pivô veio logo após um pedido de líderes em Pequim por medidas de controle mais precisas e direcionadas.

Um indicador para o dólar da Bloomberg, retomou as quedas nesta sexta-feira, somando-se a uma queda de 2% na quinta-feira, no que foi o maior movimento desde 2009.
Entre as commodities, o petróleo, o minério de ferro e o cobre, reagiram em alta às mudanças na política anti-Covid na China, com esperanças de uma recuperação na demanda por parte da segunda maior economia do mundo.

A inflação nos EUA ficou em 7,7%, a menor desde janeiro, antes da guerra da Rússia na Ucrânia elevar os preços das commodities. Mais importante para o Fed, a medida central que exclui alimentos e energia desacelerou mais do que o previsto.

Ainda assim, o intenso rali verificado nesta quinta-feira apenas recuperou parcialmente as perdas acumuladas em 2022 pelo aperto monetário do Fed. O S&P 500 ainda está em queda de 17% e o Nasdaq está próximo dos 30%, com ambos indo para seus piores anos desde 2008. O MSCI World Index caiu cerca de 18% este ano.
Por aqui, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) repetiu por duas vezes nesta quinta-feira, 10, críticas ao mercado financeiro. Após ter feito um discurso pela manhã onde fez pouco caso da “tal estabilidade fiscal”, incentivando a ampliação de gastos públicos, os investidores tiveram de lidar com a reação imediata na Bolsa de Valores de São Paulo, que fechou o dia em queda de 3,35% aos 109.775 pontos. Com reação inversa, o dólar encerrou o dia em forte valorização de 4,14% cotado a R$5,39 no mercado à vista.

Ao comentar a reação negativa, Lula chamou os agentes do mercado financeiro de “sensíveis”. “Nunca vi um mercado tão sensível quanto o nosso. É engraçado que esse mercado não ficou nervoso com quatro anos de Bolsonaro”, afirmou o petista no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, onde funciona a sede do governo de transição.
Ainda na tarde de ontem, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), tentou passar panos quentes na situação, afirmando que, quando foi presidente nos mandatos anteriores, Lula sempre teve responsabilidade fiscal.

“O presidente Lula já foi presidente da República, e assumiu o governo com uma dívida de praticamente 60% do PIB, e quando transferiu o governo era menos de 40% do PIB. Baixou de 60% para 40% a dívida sobre PIB, e teve resultado primário, superávit primário, todos os anos. Se há alguém que teve responsabilidade fiscal, foi o governo Lula”, afirmou o ex-tucano.

As falas acontecem no mesmo momento em que a equipe de transição, liderada por Alckmin, tenta aprovar a chamada PEC da Transição, que deve abrir um rombo de cerca de R$ 170 bilhões no teto de gastos. A proposta é uma maneira de abrir caminho para promessas de Lula durante a campanha eleitoral deste ano, como o pagamento do Bolsa Família de R$ 600 e o aumento no valor do salário mínimo.

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